Heroís da PMESP

                                           


Sd PM Ordilei
:: HOMENAGEM AO SD PM ORDILEI ::  

Nascido em 23 outubro de 1978, ORDIRLEI DA SILVA SANTOS, no bairro do Grajaú, em São Paulo capital, onde cresceu e freqüentou o ensino médio na Escola Estadual Maria Homem Juvenal de Mello, desde adolescente, já apresentava o perfil de homem trabalhador, honesto e extremamente inteligente, tendo seu primeiro emprego na Agência do Correio, situado a Rua Américo Brasiliense em Sto Amaro – São Paulo S/P, sempre almejou o ingresso na Policia Militar do Estado de São Paulo, tendo vocação nata para o serviço  policial, comprovando ao passar na primeira vez que prestou o concurso, em 29 de maio 2000,  formando-se no  Centro de Formação de Soldados de Pirituba, sendo classificado na 3ª Cia do 1º BPMM, em 25 de julho de 2001, logo no início de sua carreira  profissional, casou-se com a Srª Vânia de Oliveira Martins Santos, fixando  residência no município de Itapecerica da Serra, deste  relacionamento sólido e frutífero nasceu sua única filha, vindo ao mundo em 31 de julho de 1999 a qual foi chamada de Beatriz Ananda Martins Santos.
Durante o período que trabalhou no 1º BPM/M, se destacou pela qualidade do trabalho prestado, que o diferenciava dos demais policiais, demonstrava um grau de inteligência muito alto, bem como compromisso, honestidade e confiabilidade, tanto na área profissional quanto  em sua vida pessoal, o que enaltecia sua pessoa, fato este que o levou a fazer parte do Serviço Reservado da Corporação, sendo digno de ser escolhido para auxiliar na criação do 37ºBPM/M, em 03 de janeiro de 2005, onde envidou todos os seus esforços para a estruturação da nova sede do batalhão, destacando-se  na função que exercia, sendo Policial extremamente importante, fazendo-se presente na identificação e  participação  nas prisões de criminosos de alta periculosidade para a Sociedade Paulista, tendo trabalhado, por diversas vezes anonimamente, demonstrando honrar o compromisso  jurado perante o Pavilhão Nocional.
 Em 17 de julho de 2007, cumprindo  mais uma jornada de trabalho, ao realizar  levantamento para identificação de um foragido da justiça, pela Rua Tarandachi -  Pq Arariba São Paulo S/P, juntamente com seu parceiro, foram covardemente agredidos a tiros e houve revide, restando da trágica situação, o destemido Sd PM  Odirlei e seu parceiro foram  gravemente feridos, sendo socorridos, infelizmente  o Sd PM Odirlei  veio a falecer ainda a caminho do hospital, tendo sido o acontecimento, tanto quanto mais trágico ao se constatar que a troca de tiros ocorrida foi entre os policiais militares e um integrante da co-irmã Policia Civil.
O Sd PM Odirlei deixou uma irreparável saudade a seus amigos e familiares, um imenso vazio no efetivo da Policia Militar, comprovado em seu velório, que foi um dos mais comoventes e marcantes episódios acontecido no batalhão, quando compareceram praças e oficiais de várias partes do Estado, a fim de prestarem homenagem ao querido amigo.
 Deixa, a Polícia Militar do Estado de São Paulo e a Sociedade Paulista os mais sinceros e profundos agradecimentos ao Sd PM Odirlei, “Post Mortem”, pelo período que colaborou com a instituição, ter-se dedicado, por ter sido um excepcional profissional, não medindo esforços para a proteção da Sociedade, entregando à própria vida.
Aos familiares deixamos os nossos agradecimentos, nosso pesar e o consolo de que sua morte não foi em vão, mas designo de Deus, que tudo pode em sua bondade, soberania e sabedoria.  

   

:: HOMENAGEM AO CB PM AMBROSIO ::  
Nascido em 18 novembro de 1976, EDSON ROBERTO AMBROSIO, no bairro de Perus - São Paulo, onde cresceu e freqüentou o ensino médio no  Colégio Brigadeiro Gavião Peixoto, desde adolescente, já   apresentava o perfil de homem trabalhador e honesto, tendo seu primeiro trabalho no Ponto Frio, não satisfeito, pensando no futuro, conseguiu um novo trabalho na multinacional SIEMENS, neste período de sua vida trocou votos de compromisso nupcial coma a Srª Nadilma Almeida Rocha Ambrosio, deste relacionamento sólido e frutífero nasceu sua primeira filha em 02 de fevereiro de 2003 a qual foi chamada de Isabely Rocha Ambrosio,  contudo, em seu objetivo, existia o  desejo  latente de seguir a carreira Militar e para nossa satisfação escolheu a Policia Militar do Estado de São Paulo, obtendo êxito,  ingressou e freqüentou o curso de formação de Soldado de Pirituba, sendo classificado no 37º BPMM, em 22 de junho de 2007, onde aperfeiçoou o aprendizado e tornou-se um profissional ímpar de conduta exemplar, sendo um modelo de homem honesto, digno, a quem seus companheiros deveriam se espelhar.
Em 11 setembro de 2007, em mais uma jornada de trabalho no estrito cumprimento do dever legal, quando em patrulhamento pela Rua Bonifácio Fernandes, Jardim Ângela, São Paulo S/P, foram  surpreendidos  por indivíduos que estavam efetuando roubo a um caminhão, o parceiro  Sd PM Alessandro Passeto Neto, foi alvejado na perna , tendo maior sorte em seu caminho, guiado por Deus, permaneceu conosco embora tenha sido alvejado sem maiores conseqüências, os meliantes foram presos dias  após, retrato do bom trabalho de investigação da Policia Militar.
No entanto, o destino marcou um dia, que  nos despediríamos do honrado e bravo Policial Militar Ambrosio, não havendo tempo hábil de reação teve sua vida ceifada pelos agressores da sociedade, partiu deixando saudades e no ventre da mulher amada mais uma semente do amor vivido, chamada Roberta Rocha Ambrosio, em sua homenagem, que  nasceu em 25 de abril 2008 a qual não teve o prazer de te-la nos braços, indo desta, para outra melhor, em um plano superior,  onde  quer que se encontre que possa estar olhando pelos Policiais Militares como um anjo a nós guardar.
Deixa, a Policia Militar do Estado de São Paulo e a Sociedade Paulista os mais sinceros e profundos agradecimentos ao Cabo PM Ambrosio, justamente promovido “Post Mortem”, pelo período que colaborou com a instituição, ter-se dedicado, por ter sido um excepcional profissional, não medindo  esforços para a proteção da Sociedade, entregando à própria  vida.
Aos familiares deixamos os nossos agradecimentos, nosso pesar e o consolo de que sua morte não foi em vão, mas designo de Deus, que tudo pode em sua bondade, soberania  e sabedoria.

   

"Nós, Policiais Militares sob a proteção de Deus, estamos compromissados com a defesa da Vida,da Integridade Fisica e da Dignidade da Pessoa Humana."




Em 6 de fevereiro de 1970, foi apresentado ao 1º BPChq "Tobias de Aguiar", localizado na Avenida Tiradentes, no centro de São Paulo, em razão da sua transferência por conveniência do serviço.
Nos dias 16 de abril de 1970 e 18 de abril de 1970 foram presos respectivamente no Rio de Janeiro, Celso Lungaretti e Maria do Carmo Brito, ambos militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), uma das organizações comunistas de inspiração cubana operando contra a ditadura brasileira.
Ao serem interrogados, os dois informaram que desde janeiro de 1970, a VPR, com a colaboração de outras organizações comunistas, instalara uma área de treinamento de guerrilhas, na região de Jacupiranga, próxima a Registro, no Vale da Ribeira, no estado de São Paulo, sob o comando do ex-capitão doExército Carlos Lamarca. No dia 19 de abril de 1970, tropas do Exército e da Polícia Militar do Estado de São Paulo foram deslocadas para a área, a fim de verificar a autenticidade das declarações dos dois militantes presos e neutralizar a área, prendendo, se possível os seus 18 ocupantes. No início de maio, uma parte da tropa da Polícia Militar foi retirada da área, permanecendo, apenas, um pelotão. Como voluntário para comandá-lo, apresentou-se um jovem de 23 anos, o tenente Alberto Mendes Júnior.
No dia 8 de maio, sete guerrilheiros chefiados por Carlos Lamarca, que estavam numa pick-up, ao pararem num posto de gasolina em Eldorado Paulista, foram abordados por policiais que, imediatamente, foram alvejados por tiros que partiram dos que ocupavam o veículo e que após o tiroteio fugiram para Sete Barras.
Ciente do ocorrido, o Tenente Mendes organizou uma patrulha, que, em duas viaturas, dirigiu-se de Sete Barras para Eldorado Paulista. Cerca das 21:00 horas, houve o encontro com os guerrilheiros que estavam armados com fuzis FAL enquanto que os PMs portavam o fuzil Mauser modelo 1908. Vários PMs foram feridos e o Tenente Mendes verificou que diversos de seus comandados estavam necessitando urgentes socorros médicos. Um dos guerrilheiros gritou-lhes para que se entregassem. Julgando-se cercado, o oficial aceitou render-se, desde que seus homens pudessem receber o socorro necessário. Tendo os demais componentes da patrulha permanecido como reféns, o Tenente levou os feridos para Sete Barras.
De madrugada, a pé e sozinho, o Tenente Mendes buscou contato com os guerrilheiros, preocupado que estava com o restante de seus homens. Encontrou Lamarca que decidiu seguir com seus companheiros e os prisioneiros para Sete Barras. Ao se aproximarem dessa localidade foram surpreendidos por um tiroteio, ocasião em que dois guerrilheiros, Edmauro Gopfert e José Araújo Nóbrega, desgarraram-se do grupo e os cinco restantes embrenharam-se no mato, levando consigo o Tenente Mendes.
Depois de caminharem um dia e meio na mata, os guerrilheiros e o Tenente pararam para descansar. Nesta ocasião Carlos Lamarca, Yoshitame Fugimore e Diógenes Sobrosa de Souza afastaram-se e formaram um tribunal revolucionário que resolveu assassinar o Tenente Mendes pois o mesmo, pela necessidade de vigiá-lo, retardava a fuga. Os outros dois Ariston Oliveira Lucena e Gilberto Faria Lima ficaram vigiando o prisioneiro.
Poucos minutos depois, os três retornaram, e, acercando-se por trás do oficial, Yoshitame Fugimore desfechou-lhe golpes na cabeça, com a coronha de um fuzil. Diógenes Sobrosa de Souza desferiu-lhe outros golpes na cabeça, esfacelando-a. Ali mesmo, numa pequena vala e com seus coturnos ao lado da cabeça esmagada, o Tenente Mendes foi enterrado.
Em 8 de setembro, Ariston Lucena foi preso pelo DOI/CODI/IIEx e apontou, no local, onde o Tenente estava enterrado. Seu corpo foi exumado, em segredo, pelos agentes do DOI pois os companheiros do Tenente queriam linchar Ariston. Após sua morte, o tenente Alberto Mendes Júnior foi promovido a Capitão postumamente e foi declarado "Herói da Polícia Militar"


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